• Ricardo Navarrete

Quer perder peso? Então pare de se sabotar!

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), grande parte dos tratamentos para obesidade inclui um arsenal de remédios, já que é raro um paciente vencer o problema apenas com disciplina.

Não significa, porém, que o uso de remédios ou outros métodos dispense a adoção de hábitos saudáveis – as pessoas acham que basta controlar a medicação e os quilos desaparecem. Como isso não acontece, o resultado da frustração é o abandono do tratamento e das consultas. Este costuma ser o primeiro erro, mas não é o único. Saiba quais são os deslizes mais comuns no tratamento contra a obesidade:

Não levar a alimentação a sério

Uma das primeiras providências para tratar a obesidade é a reeducação alimentar. Não basta comer alimentos saudáveis, tem que aprender a comê-los. Então há um limite de calorias por dia, pois uma pessoa acima do peso ingere muito mais do que seu metabolismo consegue queimar.

Cardápio pobre em nutrição

Não adianta seguir a meta das calorias previstas para o dia se os alimentos escolhidos têm pouco valor nutricional. O paciente deve montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. Com o tempo, vai percebendo que dá para comer bem e de forma divertida mesmo em dieta.

Manter o sedentarismo

Junto com os medicamentos, exercícios físicos funcionam como um complemento no tratamento do sobrepeso. Não apenas para o corpo, mas também para a mente, por isso é tão importante. Atividades aeróbicas e resistidas, se combinadas, combatem além da obesidade: ajudam a controlar a síndrome metabólica e a esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado). Mas o paciente deve procurar um profissional antes de começar a malhação para não correr o risco de se machucar.

Não tratar os problemas emocionais

A obesidade é uma doença multifatorial e está bastante associada a disfunções emocionais, como ansiedade e depressão, por exemplo. Esses problemas podem levar à compulsão alimentar, portanto, o tratamento pede não apenas a assistência de um nutricionista ou endocrinologista, mas também de um terapeuta.

Conservar ou adotar hábitos prejudiciais

Para compensar um vício, adere-se outro. É um quadro bem comum, especialmente em pacientes que se submeteram a uma bariátrica – eles começam a fumar ou beber justo quando são indicados a seguir um estilo de vida mais saudável.

Não manter o peso

Mais difícil que perder, é manter o peso. A disciplina que foi conquistada para perder os quilos deve ser mantida mesmo depois da meta alcançada. Comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups regulares deve ser regra na vida de qualquer pessoa durante a vida inteira. Naquelas que possuem tendências ao sobrepeso é ainda mais relevante.

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